O secretário de Mobilidade Urbana (Semob), Juarez Samaniego, afirmou que apesar de ter cancelado o leilão de veículos apreendidos ou removidos na Capital, não encontrou qualquer irregularidade no contrato firmado pela Pasta com a empresa Rodando Legal. A suspensão foi um pedido da CPI dos Contratos, da Câmara de Cuiabá.
“Temos que respeitar o trabalho feito pelos vereadores. Eu, pelo que analisei o contrato, não há ilegalidade, foi uma licitação feita em que a terceira ou quarta colocada que se cadastrou no leilão”, afirmou.
Segundo os vereadores Chico 2000 (PL), Demilson Nogueira (Progressista) e Rodrigo de Arruda e Sá (Cidadania), integrantes da CPI, o anúncio da realização do leilão, previsto inicialmente para 22 de julho, causou perplexidade já que os contratos da secretaria estão sob investigação, incluindo da empresa responsável pelo recebimento e guarda dos veículos apreendidos.
Juarez pontua que alguns pontos entre a Semob e a Rodando Legal precisam ser esclarecidos, mas que a expectativa é de que uma nova data para o leilão seja marcada. “Os documentos que (os vereadores) solicitaram, a Semob enviou todos. Eles pediram documentos para a Rodando Legal, e ela pediu prorrogação de tempo e não apresentou. Atendi ao pedido da Câmara, em virtude dessa não entrega da documentação”, pontuou.
O secretário ainda ressalta que não entra na discussão sobre os valores cobrados pela empresa, já que a questão está prevista no contrato feito antes da data que assumiu a secretaria.
