Dois dos alvos da ‘Operação G-Cross’, deflagrada nesta quinta-feira (05), pela Polícia Federal, alegaram ter vendido a arma roubada do delegado da PF, Renato Sakamoto, no bairro Santa Rosa, em Cuiabá, em 20 de abril deste ano. Na ocasião, o policial foi amarrada, junto do filho. A ação de hoje tem como objetivo cumprir cinco mandados de prisão e oito buscas contra a quadrilha, que é formada por integrantes do Comando Vermelho (CV).
Foram encontradas no local, durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, porções de drogas.
Depois da prisão destes dois alvos, os policiais seguiram até um residencial no bairro Santa Terezinha, onde foi encontrado o celular do delegado, que havia sido roubado no dia do crime. Um homem acabou detido por receptação.
Os suspeitos agiam normalmente em um grupo de quatro integrantes e tinham preferência por residências de luxo, localizadas na região do Bairro Santa Rosa, em Cuiabá. Uma dessas vítimas foi o delegado, que além de ter seu carro e arma roubados, foi amarrado com fios em um dos cômodos da residência, juntamente com seu filho, que tem problemas de saúde.
Durante as investigações, identificou-se que o bando também atua em diversos outros delitos como furtos, golpes através de aplicativo OLX e tráfico de drogas. Todos os suspeitos possuem extensa ficha criminal, apesar da pouca idade.
Foram cumpridos cinco mandados de prisão e oito mandados de busca e apreensão com o objetivo de colher provas e localizar os objetos subtraídos das vítimas. A ação contou com apoio de equipes do Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil Gerência de Operações Especiais (GOE), Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE).
