O Supremo Tribunal Federal (STF) negou soltar Gabriel Mota Braga, preso em 2023 acusado de mandar matar o empresário Josionaldo Ferreira de Araújo, no Shopping Popular, em Cuiabá. O crime ocorreu em dezembro de 2022.
O prolongamento da instrução processual justifica-se pela gravidade concreta dos delitos imputados, participação em associação criminosa
A decisão é assinada pela ministra Cármen Lúcia e foi publicada na última terça-feira (10).
A defesa pediu a anulação da decisão que mantém o réu preso e solicitou sua soltura imediata. Caso o pedido fosse negado, requereu a substituição da prisão por domiciliar ou por outras medidas cautelares, como monitoramento eletrônico, alegando que ele sofre de hérnia umbilical.
A magistrada avaliou a prisão foi decretada principalmente pela gravidade do crime e pelo risco representado pelo acusado. A ministra destacou que, segundo a acusação, os réus participaram do assassinato de Josinaldo Ferreira Araújo, morto a tiros em pleno horário comercial, dentro do Shopping Popular, local com grande circulação de pessoas, às vésperas das festas de fim de ano.
