O Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), instituição vinculada à Aeronáutica informou, na tarde deste sábado (6), que o avião que caiu ao transportar a cantora Marília Mendonça e mais quatro pessoas na última sexta-feira (5) não tem caixa-preta.

Uma segunda perícia deve ser realizada quando os destroços do avião bimotor Beech Aircraft forem retirados pela companhia responsável.
Os corpos já foram examinados por médico-legista Pedro Fernandes, que realizou necropsias para investigar a causa das mortes. Como resultado, ele aponta politraumatismos.

“Um traumatismo por queda de avião é aquele que tem energias cinéticas vindo de diversos lados e de muita intensidade, atingindo as regiões letais do corpo, como abdômen, tórax, cabeça e pescoço. Os membros não são tão vitais”, comentou Pedro Fernandes.
O objetivo da Polícia Civil foi terminar as investigações o mais rápido possível para liberar os corpos – o que já aconteceu. Assim, poderão ser feitos os sepultamentos.
Apesar do exame detalhado, ele afirma que não é possível identificar uma única causa das mortes. “Os ocupantes têm lesões contundentes. É difícil determinar uma causa ou um evento letal de cada óbito. São diversos fatores que contribuem para a morte deles. É um politraumatismo craniano”, explica.
Marília Mendonça, ícone do sertanejo
Marília Mendonça tinha o sonho de cantar desde criança. Aos 12 anos se destacou, começou a colecionar sucessos e virou influência, mudando os rumos do cenário nacional – principalmente no segmento do sertanejo entre as mulheres. Virou a nossa RAINHA DA SOFRÊNCIA.
