Por meio de nota, a Petrobras esclareceu que para o mês de novembro recebeu “pedidos muito acima dos meses anteriores e de sua capacidade de produção”. Segundo a empresa foi um aumento atípico na demanda e apenas com muita antecedência conseguiria se programar para atendê-la.
Em um comunicado publicado na semana passada a BRASILCOM chegou a afirmar que seriam feitos cortes unilaterais nos pedidos, por parte da Petrobras, feitos para fornecimento de gasolina e óleo diesel para o mês de novembro. A Petrobras, no entanto, já negou e afirmou que “segue atendendo os contratos com as distribuidoras, de acordo com os termos, prazos vigentes e sua capacidade”.
A BRASILCOM, porém, teme que ocorra sim um desabastecimento, em decorrência da demanda não esperada. Em Mato Grosso, o diretor-executivo do Sindipetróleo, Nelson Soares Junior, afirmou que o sindicato “tem consultado bases de distribuição e revendedores e, no momento, não há registro de falta de combustíveis. O Sindicato acompanha o cenário nacional através das notícias”.
Leia a nota da Petrobras:

