O gestor tem reunião com diretores do órgão federal na tarde desta segunda-feira (07), no sentido de entender melhor a decisão mais recente referente ao imunizante.
Conforme definido pela agência federal, a quantidade de doses liberadas neste momento será restrita a 1% da população de apenas seis estados do Nordeste: Bahia (300 mil), Maranhão (141 mil), Sergipe (46 mil), Ceará (183 mil), Pernambuco (192 mil) e Piauí (66 mil). O órgão, que recentemente havia rejeitado a compra dos imunizantes, mudou a orientação depois da chegada de novos documentos da fabricante russa. Ainda assim, estabeleceu protocolos específicos para a aplicação das doses.
“Foi a deliberação de um primeiro requerimento, contemplando seis estados, ainda não é o total dos estados que compuseram essa frente, mas já é uma boa notícia, a decisão deve ser estendida a todos os demais estados que demandaram pela importação”, disse.
“Foi feito requerimentos diferentes. A Anvisa tinha um prazo estabelecido pelo Supremo para fazer a análise, mas é a mesma demanda, estamos em dois consórcios (Amazônia e Brasil Central). Estamos tratando como se estivéssemos nesse mesmo grupo. A decisão de Anvisa vai ser linear a todos”, completou.
Gilberto explica que a decisão que não cita diretamente Mato Grosso deve ser comemorada, pois é mais uma etapa do processo de aquisição do imunizante. Ressalta que apesar do contrato já assinado, o estado só irá começar a pagar pelas 1,2 milhão doses, quando houver legalidade para a importação e aplicação da vacina.
“O laboratório atendeu uma série de requisitos da Anvisa, mas ainda existe necessidades a serem seguidas, por isso estamos atentos e queremos fazer o que é correto. Vamos adquirir quando tivermos 100% de segurança jurídica para a aquisição e aplicação no nosso país. É um processo que não está totalmente em nossas mãos, não dá para prever. Aquilo que depender da atuação dos secretários de saúde, vamos fazer o máximo para ter vacinação rapidamente”, pontuou.
Fonte: Olhar Direto
