Home PolíciaIdoso incendeia a própria casa e morre carbonizado por não aceitar separação

Idoso incendeia a própria casa e morre carbonizado por não aceitar separação

por Da Redacao

Ocorrência foi registrada no fim da noite dessa quarta-feira (06) no bairro Dr. Fábio, na Capital.

O delegado aposentado Waldomir Fernandes Bispo, 61 anos, morreu carbonizado durante incêndio em casa no fim da noite dessa quarta-feira (06) no bairro Dr. Fábio, em Cuiabá.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta da 23h50, quando foram enviadas quatro viaturas. No endereço, os militares encontraram o imóvel pegando fogo, porém, fechado e sem informações sobre os moradores.

O trabalho de combate às chamas foi iniciado e após determinado tempo, uma das equipes conseguiu acesso ao interior da residência e localizou o corpo.

A Polícia Militar (PM) isolou o perímetro e comunicou o fato à Delegacia de Polícia Civil e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), responsáveis pelos procedimentos no andamento da ocorrência.

Conforme as primeiras informações, a vítima teria incendiado a casa e se trancado nela devido ao quadro de depressão motivado por não aceitar a separação recente.

Os peritos analisaram as condições em que o corpo foi encontrado e periciaram a casa para coletar evidências que determinem as circunstâncias e causas do incêndio.

Em seguida, o cadáver foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passou por exame de necropsia, que vai determinar a causa clínica da morte.

Os investigadores da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) estiveram no local acompanhando os trabalhos, ouviram testemunhas e aguardam laudo da perícia para concluir o caso, registrado como morte a esclarecer sem indício de crime.

Peça ajuda

O CVV (Centro de Valorização da Vida) tem realizado em Cuiabá, todas as quintas-feiras, reuniões com sobreviventes ao suicídio e seus familiares. Assim como parentes de pessoas que se mataram.

Também passaram a serem gratuitas as ligações feitas ao número 188. Canal de atendimento 24 horas.

Mais de um milhão de atendimentos anuais são realizados por 2.000 voluntários pelo telefone 188, pessoalmente (nos 80 postos de atendimento) ou pelo www.cvv.org.br via chat, Skype e e-mail.

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