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Polícia

Membros do CV alegam ter vendido arma roubada de delegado da PF que foi amarrado junto do filho; vídeo

Da Redacao 2 min de leitura
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Membros do CV alegam ter vendido arma roubada de delegado da PF que foi amarrado junto do filho; vídeo

Dois dos alvos da 'Operação G-Cross', deflagrada nesta quinta-feira (05), pela Polícia Federal, alegaram ter vendido a arma roubada do delegado da PF, Renato Sakamoto, no bairro Santa Rosa, em Cuiabá, em 20 de abril deste ano. Na ocasião, o policial foi amarrada, junto do filho. A ação de hoje tem como objetivo cumprir cinco mandados de prisão e oito buscas contra a quadrilha, que é formada por integrantes do Comando Vermelho (CV).

Os dois criminosos foram presos no bairro Jardim Glória, em Várzea Grande (região metropolitana de Cuiabá), na manhã desta quinta-feira. Aos policiais, os homens limitaram-se a dizer que teriam vendido a arma (Glock) roubada do delegado, que é filho do desembargador Pedro Sakamoto.

Foram encontradas no local, durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, porções de drogas.

Depois da prisão destes dois alvos, os policiais seguiram até um residencial no bairro Santa Terezinha, onde foi encontrado o celular do delegado, que havia sido roubado no dia do crime. Um homem acabou detido por receptação.

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No bairro Santa Amália, um dos bandidos teria tentado fugir das equipes, pulando muros de residências. Ainda não foi informado se houve a captura do alvo.

Os suspeitos agiam normalmente em um grupo de quatro integrantes e tinham preferência por residências de luxo, localizadas na região do Bairro Santa Rosa, em Cuiabá. Uma dessas vítimas foi o delegado, que além de ter seu carro e arma roubados, foi amarrado com fios em um dos cômodos da residência, juntamente com seu filho, que tem problemas de saúde.

Durante as investigações, identificou-se que o bando também atua em diversos outros delitos como furtos, golpes através de aplicativo OLX e tráfico de drogas. Todos os suspeitos possuem extensa ficha criminal, apesar da pouca idade.

Foram cumpridos cinco mandados de prisão e oito mandados de busca e apreensão com o objetivo de colher provas e localizar os objetos subtraídos das vítimas. A ação contou com apoio de equipes do Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil Gerência de Operações Especiais (GOE), Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE).




Fonte: Olhar Direto

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