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Brasil

O Biomédico na prática humanizada

Sandra Carvalho 2 min de leitura
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Por Indiana Borralho

Atualmente, o setor da saúde passa por diversas mudanças, como: novos exames, novas metodologias, novos insumos, novas ferramentas, buscando o aperfeiçoamento tecnológico para um diagnóstico, tratamento e prognóstico mais acurado.


Nesse processo nos deparamos com um profissional de olhar transdisciplinar na saúde coletiva e pública, o Biomédico.

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O campo de atuação deste profissional é amplo, como desenvolvimento de pesquisas científicas em saúde, e em laboratórios de análises clínicas, onde são responsáveis pela execução e liberação de exames. Nesse campo englobam unidades hospitalares, clínicas, bancos de sangue, entre outros; trazendo esse profissional para diversas vivências profissionais no processo de atendimento humanizado.


A conduta humana, o atendimento humanizado frente ao profissional Biomédico, ultrapassa o conceito de apenas compreender o outro e suas características, mas para além disso, é aplicar conhecimento científico, tratar com ética e dignidade, buscando sempre o bem-estar físico e mental do paciente.


Contudo o modelo assistencial deste profissional, contempla o contexto histórico processo saúde-doença, onde tratava o paciente apenas pelo modelo tecnomédico, e nos dias atuais abrange um cuidado de modelo humanista com visão holística do indivíduo.


A relação profissional é aplicada ao tratar o paciente com atenção e respeito, buscando o interesse na prática laboratorial. A humanização do Biomédico perpassa por todas as fases de análises em um laboratório clínico.


Como por exemplo, no cadastramento do paciente e coleta do material biológico com respeito, cuidado e profissionalismo sendo a fase pré-analítica. Logo, na fase analítica é a realização do exame laboratorial, seguindo os procedimentos operacionais e de acordo com cada análise. Embutido nessa assistência há a fase pós-analítica, onde a interpretação e confidencialidade dos dados são presentes, mantendo o atendimento humanizado.


Portanto, oferecer um atendimento humanizado é essencial independente da sua vivência profissional, lidando de forma direta ou indiretamente com o público.


Corroborando, sempre que possível implementar estratégias que envolvam a humanização articulando o cuidado técnico-científico ao cuidado humanista, além disto, abordando o paciente com empatia e respeito, entrelaçando a ética profissional.


Indiana Campos Borralho é Biomédica e Mestre em Ciências Aplicadas e atualmente, trabalha no MT-HEMOCENTRO e no Centro de Ensino Técnico Mato-grossense (CETEM).

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