Na semana passada, 10 placas contratadas por sindicatos e entidades da educação começaram a ser removidas antes mesmo de finalizar todas as fixações após ameaças de empresários da capital do nortão. A campanha enfatizava os altos preços de alimentos e combustível, bem como as mais de 450 mil mortes por Covid-19 no Brasil.
“Seguiremos firmes, nos mantendo alertas e atuantes na constituição da resistência em favor da democracia neste país. Não nos intimidaremos e nem permitiremos que uma parlamentar, democraticamente eleita, seja ameaçada por grupos que refletem as características de seu líder Bolsonaro: autoritário, fascista, negacionista, racista, misógino, homofóbico e genocida. Este mesmo que conduz a crise sanitária de modo irresponsável e criminoso, acentua a crise econômica e cria uma crise política desnecessária, afetando de modo perverso os mais vulneráveis, com táticas diversionistas que enfraquecem as poucas medidas disponíveis para a contenção da covid-19”, acrescenta a nota.
“À professora Graciele e sua família, manifestamos toda nossa solidariedade e apoio ao exercício parlamentar que a vereadora desenvolve no município. O Brasil não tolerará mais um caso de violência política contra aqueles que, eleitos de forma soberana, fazem da função pública um espaço de defesa de ideias nobres e caras a toda a humanidade. Defendemos a democracia e o respeito às mulheres! Vereadora Graciele, estamos com você!”, finaliza o texto assinado pelo presidente da CUT, Henrique Lopes.
