O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) disse que está sendo alvo de perseguição e ataques desde que seu nome começou a ganhar musculatura como possível candidato ao governo do estado, e que as mesmas empresas que foram alvos da Polícia Federal, por um suposto contrato irregular com o município, também prestam serviços para o governo do estado.
Inicialmente, o prefeito disse que as acusações de alguns adversários e pessoas o querendo prejudicar, citavam que ele teria desviado R$ 100 milhões, e que por isso, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), foi alvo da operação Curare.
“As acusações são para me prejudicar, para ver o nível de alguns agentes para me denegrir, achando que a população é boba. Tem gente que pode até acreditar, mas depois com o tempo vê. O tempo é senhor da razão. Das cinco empresas envolvidas, já tem confirmação que quatro prestam serviço para o estado. Até uma empresa chamada de fantasma foi contratada recentemente pelo estado com um valor de R$ 7,5 milhões, ou seja, todas elas prestam serviço, então, essa perseguição comigo”, disse o prefeito em entrevista o Programa Passando a Limpo da TV Cidade Verde.
O prefeito explicou que as acusações feitas pela Justiça devem ser investigadas, mas, que nem no inquérito policial e nem na decisão do juiz Jeferson Schineider, há denúncia de desvio de dinheiro público e nem cita o nome dele.
Emanuel diz que as informações infundadas sobre desvio de dinheiro não condizem com a realidade, e que Cuiabá recebeu a quantia de R$ 140 milhões do governo federal para aplicar no combate a pandemia, sendo assim, seria impossível desviar R$ 100 milhões, ou qualquer outra quantia, pois, segundo o gestor, a Capital carrega a saúde de Mato Grosso nas costas.
O que está sendo investigado de acordo com Emanuel, é uma suposta formação de cartel que beneficiou um grupo de empresários com empresas ligadas na área da saúde.
“O que existe na denúncia é sobre uma suposta formação de cartel, onde as mesmas empresas se juntaram para ganhar as licitações que eram feitas com despensa de licitações da prefeitura e supostamente essas empresas teriam apoio de alguns agentes públicos, inclusive esses foram afastados e outros até alvos de busca e apreensão”, concluiu Pinheiro.
Fonte: Isso é Notícia
