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Justiça

Após ser solto por "estado esquelético", lobista voltou à prisão

Andreson de Oliveira Gonçalves teve domiciliar concedida em julho e foi novamente detido em novembro

Da Redacao · atualizada em 1 min de leitura
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A saída e posterior retorno à prisão do lobista Andreson de Oliveira Gonçalves, suspeita de operar um esquema que venda de sentenças no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT) e no Superior Tribunal de Justiça (STJ), teve grande repercussão após fotos dele em estado esquelético serem divulgadas em todo o país.

Andreson foi preso em Cuiabá, no dia 26 de novembro de 2024, no âmbito da Operação Sisamnes, da Polícia Federal, que investiga crimes como organização criminosa, corrupção, exploração de prestígio e violação de sigilo funcional.


Após oito meses preso, sendo os quatro últimos no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, o lobista foi colocado em prisão domiciliar por decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), no dia 17 de julho.


A medida teve como base um laudo médico que apontou risco de morte em razão do quadro clínico grave apresentado por Andreson, que poderia estar associado a complicações decorrentes de cirurgia bariátrica realizada em 2020.

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