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Política

Governador defende rigidez na legislação e perda de terras a criminosos ambientais

Sandra Carvalho 1 min de leitura
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Após o Ministério Público pedir a prisão do pecuarista Claudecy Oliveira Lemes, acusado de desmatamento no Pantanal, o governador Mauro Mendes defendeu que os responsáveis por realizar danos ambientais percam suas propriedades. O confisco de terras é um discurso antigo do governador e que sempre causa polêmica.

Responsável pelo maior dano ambiental já registrado em Mato Grosso, o pecuarista foi alvo de decisões judiciais que resultaram na indisponibilidade de 11 fazendas, na apreensão judicial dos animais dessas propriedades e no embargo das áreas afetadas.

A Justiça determinou a suspensão do exercício da atividade econômica e proibiu Claudecy de se ausentar do país, ele terá ainda que pagar o total de R$ 5,2 bilhões entre multas e valoração do dano ambiental.

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Em suas redes sociais, Mendes defendeu que a legislação brasileira seja mais dura para casos de desmatamento e que pessoas que sejam flagradas cometendo o crime percam suas áreas.

“Esse é mais um exemplo de que as pessoas estão perdendo o medo da legislação brasileira, o valor da multa, é muito superior ao valor da terra. Por isso que eu tenho defendido e vou continuar defendendo: fez desmatamento ilegal, tem que perder a área. Essa é uma lei que já é efetiva para quem planta maconha ou produz cocaína”, disse.

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