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Cidades

Max adianta que votará contra emenda de Lúdio que destina FEEF integral à Saúde

Da Redacao 2 min de leitura
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Max adianta que votará contra emenda de Lúdio que destina FEEF integral à Saúde

O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), disse que será contrário ao substitutivo do colega Lúdio Cabral (PT), que destina 100% do Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (FEEF) para a saúde.

Na última terça-feira (06) Lúdio pediu vista no projeto do Executivo que pretendia dividir 50% do FEEF para a saúde e 50% para a Secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania (​Setasc).

Lúdio pediu vista durante a sessão e devolveu a proposta com emenda na noite de quarta-feira (07), com um substitutivo mantendo 100% do dinheiro do fundo, na saúde.

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“Cuidar da saúde sim, temos recursos na saúde, mas nós também temos que fazer a área social. Sou um deputado social, defendo muito as causas sociais e vou trabalhar contra essa emenda porque entendo que a gente tem que fazer pelo social e pelas pessoas que mais precisam no estado também”, disse Max na manhã desta quinta-feira (08).

Outro deputado que havia apresentado uma emenda no projeto, foi Eduardo Botelho (DEM), que propôs a aplicação de 80% dos recursos na saúde e 20% à Setasc.

A emenda de Botelho foi aceita pelo governador Mauro Mendes, e Max disse que era excelente essa forma, pois daria um amparo para a Setasc manter os programas sociais como Ser Emergencial, distribuição de cobertores, cestas básicas e construção de casas populares.

Em sua justificativa para ser contrário à aprovação do projeto, Lúdio Cabral citou que o governo poderia retirar esse dinheiro de outras áreas. No entanto, Max argumentou que falta então o deputado apontar de onde sairia esse dinheiro.

“O governo está aumentando o recurso para os filantrópicos e vai ter mais dinheiro para os filantrópicos, mas também está pensando no social e temos que aproveitar essa oportunidade que o governo está querendo fazer casas populares, entrega de cobertores, qualificação profissional para oferecer cursos para as pessoas após a pandemia para retomada da economia e aí, vai tirar o dinheiro do social?”, questionou o presidente.

Fonte: Jornal Estadão Mato Grosso

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