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Polícia

Novos indícios reforçam versão de "Loira da Federal" contra PM

Da Redacao 2 min de leitura
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Ex-mulher de policial teria sofrido ameaças do homem no dia de toda a confusão. A jornalista teria jogado cerveja no agente em defesa da mulher

Uma reviravolta no caso da jornalista Nildes de Souza, que jogou cerveja no rosto de um policial Militar, na Praça popular, vem à tona nesta segunda-feira, 18 de outubro. A ex-esposa do militar, registrou um boletim contra ele por ameaça e violência doméstica, no dia 14 de outubro.

Na noite em que os fatos ocorreram, madrugada de segunda-feira, 11 de outubro, a mulher, que está em processo de separação, estava com amigos e familiares no bar ‘Cerveja de Garrafa’, quando o militar começou a enviar mensagens de texto a ameaçando caso ela não saísse para falar com ele.

Foi nesse momento em que Nildes se envolveu na confusão para defender a mulher e jogou uma garrafa na viatura em que o PM estava e, posteriormente, jogou bebida no rosto do policial.

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No local havia duas mulheres com a vítima que testemunharam as ameaças e tentativas do militar de entrar no local para falar com ela. Ela conta ainda que quando começou a confusão com Nildes, ela aproveitou o ensejo e foi embora do estabelecimento.

Consta no boletim de ocorrência que no outro dia, o militar foi até a casa dos pais dela e começou a ligar várias vezes na tentativa de fazer com que a mulher saísse da casa para conversar e, caso ela não o atendesse, ele iria invadir a residência e matar todos que estivessem lá dentro, incluindo os dois filhos do casal.

A vítima conta que ao sair para falar com ele, temendo pela vida dos familiares, ele a puxou pelo cabelo, a empurrou para dentro da residência, passando a enforcá-la, e com uma arma, disse para ela ligar para as outras testemunhas para pedir desculpas pelo ocorrido na noite anterior. Segundo ela, as torturas e ameaças duraram cerca de 3h.

No dia em que a mulher registrou o Boletim, o agressor ainda tentou contato com ela via aplicativo de mensagens, fazendo ameaças de morte caso ela não falasse com ele.

Procurada, a assessoria de imprensa da Polícia Militar emitiu uma nota dizendo que o caso está sendo investigado administrativamente.

“A Corregedoria Geral da Polícia Militar recebeu a vítima que denunciou o policial por ameaça e violência doméstica. De imediato, a instituição instaurou um processo administrativo e nomeou um oficial superior, para conduzir os trabalhos sobre o caso”.

Fonte:

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