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Síndrome do Burnout e Astrologia: motivos que levam à exaustão

por Da Redacao

Entenda a relação do cansaço emocional e físico trazido pelo trabalho remoto na pandemia e seus efeitos na vida pessoal e profissional; saiba mais e veja como evitar o transtorno ⬇

A pandemia do coronavírus virou o mundo de cabeça para baixo, bem como as pessoas e suas rotinas. Nos deparamos com uma nova dinâmica, que desorganizou totalmente as atividades e costumes da sociedade. Não temos mais um limite para separar a hora de começar ou terminar de trabalhar, estudar e concluir os afazeres domésticos.

Sabemos que nos últimos meses tivemos um excesso de trabalho e uma sobrecarga de demandas que levou pessoas ao estado de estresse crônico, exaustão e cinismo, mais conhecida como a Síndrome de Burnout.

Depois de um ano com três planetas agindo ativamente no signo de Capricórnio, muita gente entrou 2021 se sentindo exausta. Esta afirmativa é verdadeira e muitas pessoas estão sentindo no corpo e na mente a desorganização da rotina severamente.

Afinal, se estamos trabalhando de casa, podemos tirar tantos breaks quanto desejamos? Qual a linha entre trabalho e vida pessoal? Temos almoço para celebrar resultados? E como fica a atualização do papo na hora do cafezinho? Ficou tudo diferente! O trabalho está mais duro, intenso e a troca informal também diminuiu entre os colegas no dia a dia.

Capricórnio é um signo amplamente conhecido pelo seu compromisso com o trabalho e, em 2020, seu regente, Saturno, estava presente ali, junto a Júpiter (que expande tudo que toca) e a Plutão, que intensifica todos os processos. Assim, para muitos, 2020 foi a epítome do excesso de trabalho e do burnout.

Muitos planetas estão em Capricórnio e isso afetou o signo de Câncer — Foto: Reprodução/Unsplash

É preciso pensar, ainda, que com tantos planetas em Capricórnio, seu signo oposto – Câncer – também foi ativado. Quanto de nosso tempo familiar (Câncer) nos foi “roubado” pelo excesso de atividade e demanda do seu signo oposto? Qual foi o custo emocional disso? Se pensarmos que tanto Plutão quanto Saturno também fala de limites, será que entramos em 2021 com uma noção maior dos limites do nosso corpo, do nosso tempo e da nossa capacidade produtiva?

Burnout + 2021 = O olhar da Astrologia

A mudança para Aquário trouxe maior consciência da responsabilidade social no ambiente de trabalho — Foto: Reprodução/Unsplash

Entramos 2021 cansados, exaustos e ainda confusos pela mudança que nos impôs 2020. Mas, por sorte, esse agrupamento de planetas em Capricórnio durou “apenas” um ano e foi no último período do trânsito de Saturno por seu signo.

Em 2021, tanto Saturno quanto Júpiter mudaram para Aquário, e aí ganhou-se maior consciência da responsabilidade social, não só em relação ao impacto das nossas ações sobre o nosso meio – vírus, uso de máscaras, etc – como também ganhou-se maior consciência da nossa responsabilidade com nossos colegas de trabalho e com a nossa equipe quando as condições de trabalho são tão diferentes (aquário) do que foram até aqui. Agora nos resta retomar o cuidado com o nosso corpo e tentar nos recuperarmos do possível burnout que 2020 pode ter nos causado.

Burnout no Mapa Astral

A predisposição ao trabalho excessivo e sobrecarga pode ser indicado no Mapa Astral — Foto: Reprodução/Unsplash

Embora a situação de 2020 tenha sido circunstancial, alguns de nós ainda trazem indicativos no mapa natal de tendência ao trabalho excessivo. Por exemplo, aspectos tensos entre Lua e Saturno (para mulheres) e Sol e Saturno (para homens) pode indicar tendência a se sobrecarregar e a querer se provar constantemente, mesmo quando não é necessário.

A presença de Saturno na casa do trabalho (6) ou da carreira (10) pode levar a uma responsabilidade acentuada em relação a obrigações públicas ou profissionais que mais cedo ou mais tarde nos passam fatura.

Confira essas tendências através do seu Mapa Astral — Foto: Reprodução/Unsplash

Planetas como Netuno ou Júpiter na casa 6 (da rotina, do ambiente de trabalho e do corpo físico) também podem nos levar a não termos consciência dos limites do nosso corpo e da nossa energia, levando-nos eventualmente a exaustão.

Conheça a síndrome que vem preocupando cada vez mais — Foto: Reprodução/Unsplash

O que é Burnout?

Por definição, burnout é a síndrome do esgotamento profissional. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o Burnout está relacionado ao estresse crônico associado ao trabalho, ao sentimento de esgotamento físico e emocional, a falta de energia e vitalidade, ao pessimismo e a redução da nossa eficiência profissional.

Nos forçamos a fazer tão intensamente por tanto tempo sem nos preocuparmos em repor a energia gasta que, após um momento determinado, não temos mais nada para oferecer. Embora o burnout seja preocupante em qualquer área de atuação, é especialmente importante evitá-lo quando trabalhamos com saúde física ou mental.

A pressão no trabalho, falta de empatia e frieza profissional podem levar à síndrome — Foto: Reprodução/Unsplash

Atenção ao colega!

A síndrome de burnout pode levar a falta de empatia pela dor do outro, o que torna estes profissionais mais frios e mais duros. Já aqueles funcionários que estão sendo tratados precisam muito de atenção, e compreensão dos colegas de jornada.

Embora existam intervenções, inclusive medicamentosas, para tratar o burnout, a melhor forma de lidar com o problema é prevenindo-o. Por nunca sabermos quando fomos longe demais – e que tão longe demais fomos – é importante evitar que o burnout se instale.

Veja como a mudança na rotina e o equilíbrio podem te ajudar a evitar a síndrome de burnout — Foto: Reprodução/Unsplash

Como evitar?

E a maneira mais eficiente de evitar o distúrbio é adotando rotinas que priorizem o equilíbrio entre diferentes áreas de nossas vidas. Técnicas de gerenciamento de estresse, que incluem meditação e mindfulness, satisfação com o ambiente de trabalho, se sentir valorizado profissionalmente, tempo de qualidade com a família e filhos, tempo de lazer e tempo livre fazem parte do combo de prevenção.

No que se refere a tratamento, o segredo consiste em identificar as áreas que não estão sendo atendidas e redistribuir o tempo. O problema é que pode ser preciso uma reclusão absoluta e retirada completa do meio que causou ou causa o estresse. Em muitos casos, o ambiente de trabalho pode ser um gatilho. A recomendação é se ausentar algumas semanas para voltar ao equilíbrio e entender as necessidades e prioridades na rotina. É importante começar a renegociar seus espaços e tempos.

Em outras palavras, quando falamos de burnouto custo de tratar pode ser infinitamente maior do que o de prevenir, tanto para o empregado quanto para a empresa.

Fonte: Gshow 

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