Home JustiçaEquipe nomeada para administrar saúde encontra falta de sistema para registro de inventários médicos

Equipe nomeada para administrar saúde encontra falta de sistema para registro de inventários médicos

por Da Redacao

Equipe nomeada para gerenciar a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) realizou nesta terça-feira (2) uma reunião no Centro de Distribuição de Medicamentos e Insumos (CDMIC) para encontrar soluções para a falta de sistema que registra a saída de medicamentos e inventários médicos. O problema já persiste há mais de 30 dias.

Liderada pelo especialista em Saúde, Oscarlino Alves, a equipe nomeada encontrou ausência do sistema LOG LAB para registro e saída de medicamentos, que reflete diretamente nos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Além da falta de empilhadeiras e pessoal qualificado para operar, falhas na realização do inventário de medicamentos e falta de pessoal especializado.

Um dos problemas mais graves, a suspensão do sistema LOG LAB, provocou problemas no fluxo de trabalho dos servidores. Informações coletadas pela equipe já denotam que a grave situação persiste há mais de 30 dias e afeta a toda a rede municipal de Saúde.

Segundo Oscarlino Alves, o trabalho da equipe designada pelo prefeito Emanuel Pinheiro preenche uma lacuna deixada pelo Gabinete de Intervenção: a falta de uma transição adequada, com diagnóstico do que é preciso avançar e quais são os problemas deixados.

“Nesse exato momento, nós estamos fazendo um levantamento operacional, de logística, de medicamentos e de insumos”, afirmou Oscarlino. “Do jeito que a situação está é completamente impossível realizar o controle da saída de medicamentos; sem o sistema suspenso por falta de pagamento, o serviço é completamente comprometido”, completou Oscarlino.

Segundo Renaudt Tedesco de Carvalho, servidor efetivo da Prefeitura de Cuiabá e integrante da equipe provisória, será realizado um planejamento para solucionar os problemas, e o documento será entregue ao prefeito Emanuel Pinheiro.

“Fomos bem recebidos pelos servidores, todos eles éticos e técnicos nas suas falas”, afirmou Renaudt. “Não houve um plano de intervenção para entregar esse serviço; foi tudo feito de forma informal e às pressas. Não sabemos, por exemplo, porque esse sistema de informação não está funcionando, e a gente precisa agora traçar um plano de contingência e ver como vamos retomar esse serviço”, completou.

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