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Cidades

Kalil nega máfia e diz que falta de água é "problema crônico"

Sandra Carvalho 1 min de leitura
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O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), rebateu a acusação do deputado Júlio Campos (União) sobre uma máfia envolvendo caminhões-pipa que prejudicaria a distribuição de água.

O parlamentar disse que proprietários de caminhões-pipa lucrariam com a falta de água na cidade. Ele acrescentou que o problema só se resolveria com a privatização do Departamento de Água e Esgoto (DAE).

Kalil questionou a ausência de provas da acusação e disse que afastará secretários se irregularidades forem descobertas.

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“Para o deputado faz uma acusação dessa tem que ter provas. Se tiver [irregularidade], tomaremos providências como afastamentos, exonerações, Processo Administrativo Disciplinar [PAD]... É inadmissível”, disse

No dia 24 de fevereiro, a Prefeitura de Várzea Grande, em parceria com o Governo do Estado, inaugurou a Estação de Tratamento de Água (ETA) Barra do Pari. Apesar do investimento, Kalil considerou não ser o suficiente.

“O Departamento de Água e Esgoto [DAE] fiscaliza todas as ações. Havia problemas crônicos na cidade e melhoramos o abastecimento, mas ela precisará de investimentos na ampliação das redes [de distribuição]”, acrescentou.

Apesar das acusações, nenhuma investigação foi feita sobre a distribuição de água em Várzea Grande.

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