A Justiça de Mato Grosso manteve a prisão preventiva do policial militar Raylton Duarte Mourão, preso desde 21 de setembro de 2025 acusado do homicídio da personal trainer Rozeli da Costa Sousa Nunes, em Várzea Grande.
A prisão preventiva se trata de medida necessária para assegurar a ordem pública, diante da gravidade concreta dos fatos
A decisão é do juiz Pierro de Faria Mendes, da 1ª Vara Criminal de Várzea Grande, e foi publicada nesta terça-feira (13).
No despacho, o magistrado ressaltou que ainda permanecem os motivos que fundamentaram a prisão do PM, diante da “gravidade concreta” do crime.
“Da mesma forma, permanece a conclusão de que a prisão preventiva se trata de medida necessária para assegurar a ordem pública, diante da gravidade concreta dos fatos imputados na inicial, revelada, especialmente, pelo modus operandi, em princípio, empregado para a prática dos delitos”, escreveu.
